ARTE TERAPIA NA EMPRESA
JORNADA ATRAVES DAS CORES


RESUMO:

Reportamos neste artigo uma aplicação bem sucedida do processo arte terapêutico a nível empresarial. Uma vivencia através do uso das cores, com a finalidade de facilitar aos participantes um encontro físico e psíquico consigo mesmo, foi aplicado a uma empresa durante uma semana dedicada à saúde integral de seus funcionários. Foram atendidas cerca de 2000 pessoas que depuseram positivamente, mostrando que é possível levar a arteterapia, com toda a subjetividade envolvida, a um local de caráter patriarcal e racional.

ABSTRACT:

In this paper we report a successful application of the art therapeutic process at an institutional level. An experiment employing colors was performed aiming to facilitate the participants to a physical and a psychological encounter with themselves. The experiment was done during a week involving about 2000 employees. The participants testified the effectiveness of art therapy, a technique that relies on sensibility, being performed in a patriarchal and rational place.

INTRODUÇÃO

A empresa contratante do projeto realiza periodicamente atividades intelectuais, didáticas, para seus funcionários. Decidida a inovar, a nova proposta da empresa foi fazer, este ano, uma exposição sensorial em uma semana dedicada a saúde dos funcionários, de um ponto de vista integrado, visando mais o sentir que o racional. Propusemos então um trabalho de arteterapia enfocando as cores, pois estas despertam emoções características, como descritas a seguir.

Significado das cores como elementos provocadores de emoções

As cores do espectro solar nas quais estamos interessados são o vermelho, laranja, amarelo, verde, azul claro e azul índigo, lilás ou violeta.
O vermelho, o laranja e o amarelo são cores quentes, despertam mais ações, mais extroversão, são consideradas cores “yang”. O verde, o azul e o lilás são cores frias, despertam mais calma, introversão e transcendência. Estas cores podem ser associadas aos sete chacras de energia do corpo humano. Os chacras são centros de força vital a diferentes níveis de experiência no sistema humano.
O vermelho evoca ação e paixão; é uma cor quente, evoca o calor e a intensidade, é a cor do fogo e do sangue, é o princípio da vida, é a cor guerreira. O vermelho também desperta o estado de alerta, seduz, encoraja e provoca; é associado ao chacra basal, situado na região genital e na base da coluna vertebral. Relaciona-se à posturas de solidez, “pés na terra”, vida.
O laranja evoca alegria, energia, auto-afirmação. Tem uma energia mais elaborada, temperada, em relação ao vermelho. É a cor do por do Sol e é associada ao chacra do abdômen. Este chacra está ligado à fluidez, alegria, energia.
O amarelo é a cor do Sol e a cor do ouro. Evoca luz, calor, riqueza, riqueza de espírito, caráter luminoso, sabedoria, reflexão, discernimento, o poder da palavra e é associada ao chacra do plexo solar ligado à expansão, luz, clareza, poder.
O verde é uma cor tranqüilizadora, refrescante. É a cor do reino vegetal, da natureza, com seu odor revigorante. Esta cor simboliza o princípio do crescimento natural e saudável e a capacidade de nutrir os seres vivos. Evoca passividade e imobilidade, é a cor da esperança e da longevidade, das águas dos lagos, do mar, é a cor das plantas medicinais. O verde é a própria mãe natureza, sugere germinação e renovação, reflete a capacidade de nutrir, cuidar e proteger, sendo a cor da cura. Esta cor é associada ao chacra cardíaco que está ligado ao coração, relação, troca, sentimento.
O azul é a cor do céu, do ar. Evoca leveza, elevação, exprime a calma, doçura, repouso e a contemplação, tranqüilidade e paz. O azul faz lembrar o céu límpido, evoca pureza e perfeição moral. É o símbolo da sabedoria divina e da sabedoria transcendente e também leva à divagação. O azul mais escuro leva ao sonho, sugere desapego, e leva a alma em direção à totalidade. O azul claro é associado ao chacra da garganta e azul escuro ao chacra frontal (terceiro olho).
O lilás, cor da temperança, é a cor do equilíbrio entre a terra e o céu, entre os sentidos e o espírito, ente o amor e a sabedoria. Cor da espiritualidade e da transcendência, cor do mistério da passagem, da transformação, evoca a evolução pessoal, a busca da totalidade. O lilás é associado ao chacra coronário, localizado no topo da cabeça.
O branco é a união de todas as cores representando a totalidade, o cosmos, o infinito.

OBJETIVO DO TRABALHO

O trabalho Arteterapia na Empresa – Jornada das Cores tem por objetivo facilitar aos participantes um encontro físico e psíquico consigo mesmo, através de vivências baseadas nas cores, visando contribuir para a busca de sua saúde integral.

METODOLOGIA

A metodologia utilizada neste trabalho foi a da Arteterapia, em particular sua abordagem das cores. A Arteterapia é capaz de abrir novos canais de comunicação que facilitam o acesso ao inconsciente por intermédio de múltiplas formas de expressão. Diferente de outras técnicas psicológicas, a Arteterapia privilegia aspectos sensoriais, o que a torna adequada a um evento que visa a melhoria da qualidade de vida e da saúde integral dos participantes.
Realizou-se uma jornada pelas cores do espectro solar iniciando pelo vermelho, passando pelo laranja, amarelo, verde, azul claro e escuro, lilás, terminando no branco. Cada cor possibilita despertar determinadas emoções e passar por cada uma delas representa um desafio interior. A vivência das cores deu-se em uma sucessão de ambientes monocromáticos. Cada cor, que atua como um elemento facilitador de contato com as emoções do sujeito, representa, através de seus atributos psicofísicos, um desafio ao nível da subjetividade. Desta forma, neste experimento, os participantes puderam entrar em contato e enfrentar seus medos, suas vergonhas, seus desconhecimentos ansiogênicos.
Os vários ambientes coloridos a serem percorridos foram decorados por elementos também relacionados a esta cor. O contato com os ambientes foi realizado sensorialmente, através dos sentidos, vendo, cheirando, ouvindo e tocando, despertando nas pessoas a energia que cada cor é capaz de suscitar.
As emoções despertadas abrangeram das mais instintivas às mais espirituais, propiciando aos participantes uma conexão com seus aspectos físicos e psíquicos, auxiliando-os em sua busca de saúde integral.

DINÂMICA DA JORNADA

Na entrada, pequenos grupos de seis pessoas foram convidados, por um arteterapeuta vestido de preto, a fazerem uma jornada através das cores. Foi explicado a estas pessoas que elas iriam passar por vários ambientes, cada um representando uma cor, e que elas teriam a oportunidade de vivenciar sensorialmente cada uma delas. Foi sugerido aos participantes que se permitissem sentir a emoção que cada cor lhes traria.

O primeiro ambiente: vermelho

Este ambiente continha imagens de guerreiros de várias épocas e luzes no chão lembrando fogo.
Um arteterapeuta vestido de vermelho recebeu as pessoas que entraram neste ambiente, ajudando-as a entrar em contato com esta cor dizendo: “vocês estão entrando no mundo do vermelho; o vermelho é a cor do sangue, do fogo, é o princípio da vida, é a cor guerreira, a cor que encoraja. Vamos entrar em contato com esta energia do vermelho dentro de nós, sentindo o guerreiro que existe dentro de cada um, o pulsar do nosso sangue. Entrar em contato com nosso guerreiro é conectar com nossa capacidade de ir à luta para buscar o que precisamos, é a nossa capacidade de lutar pela sobrevivência.”.


Logo após o arteterapeuta convidou o grupo a dar as mãos e fazer uma roda tribal, batendo com os pés no chão, lembrando nossos ancestrais que, antes de sair para a caça ou para a luta, faziam uma roda para despertar o seu espírito guerreiro interno. A nossa caça agora é outra, a nossa luta é outra, mas é a mesma energia, o guerreiro interno, o herói que nasceu. O arteterapeuta lembra que todos são da mesma tribo, que estamos lutando juntos.
Além de sentir com o corpo essa energia do vermelho, as pessoas estiveram vendo imagens que despertam essa energia, escutando um som de pulsar de coração, sentindo texturas no chão e no ambiente, de forma a perceber a energia que o vermelho desperta com todo o seu sistema sensório-motor.
O arteterapeuta explicou, “Sempre que vocês precisarem desta fôrça para ir à luta, para buscar algo que necessitem, vocês podem ativar essa energia, este guerreiro interno que vocês tem. Não é necessário ficar armado o tempo todo, pois vocês sabem que quando precisarem basta evocar a energia de seu guerreiro interno que ela vem”.
Neste momento o grupo foi convidado a passar para o próximo ambiente.

O segundo ambiente: laranja

Este ambiente tem imagens de atletas, de movimento.
Um arteterapeuta vestido de laranja recebeu as pessoas que entraram neste ambiente ajudando-as a entrar em contato com esta cor, com as seguintes palavras: ”vocês estão entrando no território do laranja. O laranja é a cor que evoca a nossa energia vital, a alegria, o movimento, o prazer de viver, a saúde. Vamos entrar em contato com essa energia do laranja dentro de nós, nos conectando com nossa vitalidade, com nossa alegria, com nossa força vital”.
O arteterapeuta sugere nesse momento que as pessoas comecem a soltar seu corpo, soltando os pés, joelho, pernas, quadris, tronco, braços, pescoço, cabeça, até que todo o corpo fique solto e se movendo, sentindo a energia circular por todo corpo. Rindo junto com o grupo, sentindo o prazer de liberar essa energia. As pessoas podem emitir sons e a admirar o ambiente que também sugere essa mesma energia.
Ao final, o arteterapeuta diz: “sempre que vocês estiverem deprimidos, sem vitalidade, sem vontade, ativem o seu laranja, a sua vitalidade, a sua vontade de viver, pois vocês têm essa energia dentro de vocês”.
A seguir o grupo passa para o próximo ambiente.

O terceiro ambiente: amarelo

Este ambiente tem imagens do sol, de girassol, elementos que sugerem luz, clareza.
Um arteterapeuta vestido de amarelo recebeu as pessoas que entraram neste ambiente ajudando-as a entrar em contato com esta cor, com as seguintes palavras: “vocês estão entrando no território do amarelo. O amarelo é a cor do Sol, é a cor do ouro, evoca luz, calor, riqueza, é a cor do rei, da riqueza de espírito, sabedoria, reflexão, administração, discernimento, traçar metas, o poder da palavra. Vamos entrar em contato com o amarelo dentro de nós, com a nossa capacidade de reflexão, de administrar nossa vida, nossa saúde,, buscar nossa sabedoria para traçar metas para viver melhor; saber administrar em conjunto.”
Para isso o terapeuta convida as pessoas a escrever ou desenhar metas e refletir sobre o que estão precisando ativar nas suas vidas.
O arteterapeuta diz, ao final: “quando vocês estiverem confusos, com dificuldade de traçar metas, de discernir, de administrar suas vidas, lembrem-se do amarelo que existe em vocês, do rei interno, do poder que existe em vocês”.
O grupo passa para o próximo ambiente

O quarto ambiente: verde

Este ambiente lembra um grande pulmão da natureza, e é repleto de plantas medicinais.
Um arteterapeuta vestido de verde recebe as pessoas que entraram neste ambiente ajudando-as a entrar em contato com esta cor, com as seguintes palavras: “vocês estão entrando em contato com o verde, a cor da natureza, do reino vegetal, o pulmão de mundo, nós respiramos o verde com odor revigorante, o verde sugere germinação e renovação, reflete a capacidade de nutrir, cuidar e proteger, é a cor da cura e das plantas medicinais. Vamos sentir dentro de cada um este curandeiro interno, essa capacidade de nutrir os outros e se nutrir, vamos sentir este ar que respiramos.”
O arteterapeuta convida o grupo a sentir o cheiro de plantas, de ervas medicinais, e depois vão trocando com os companheiros os raminhos de plantas, experimentando o compartilhar. Convida o grupo a respirar profundamente, enchendo bem os pulmões e depois os esvaziando, sugerindo depois a cada um plantar uma semente, simbolizando o respeito à natureza, contribuindo para a preservação do meio ambiente.
No ambiente verde, além dos odores, ouvem-se sons da natureza.
É lembrado pelo arteterapeuta que, quando se sentirem fracos, desconectados dos outros e da terra, ative seu verde, ou seja, sua capacidade de nutrir, de curar, de respirar, de germinar.
O grupo passa para o próximo ambiente.

O quinto ambiente: azul claro e escuro

Este ambiente tem uma parte representando o céu claro e outra parte o céu escuro com estrelas.
Um arteterapeuta vestido de azul recebe as pessoas que entraram neste ambiente ajudando-as a entrar em contato com esta cor com as seguintes palavras:
“aqui é o reino do azul, a cor do céu, do ar, da leveza, da harmonia, da comunicação harmônica, é o caminho da divagação, exprime a calma, a doçura. O azul escuro é o céu a noite, é o caminho do sonho, da imaginação e da intuição. Vamos entrar em contato com nosso azul, sentindo esta leveza dentro de nós, fluindo harmoniosamente com nosso corpo, pensando nos nossos sonhos .
O arteterapeuta oferece uma estrela cadente para que cada um deixe uma mensagem de um sonho positivo para a coletividade e depois prenda esta estrela no cenário do cosmos. Diz que quando precisarem desta leveza, desta fluidez, desta harmonia, da sua intuição, e da sua capacidade de sonhar, lembrem-se do azul que está dentro de cada um de nos.
O grupo passa para o próximo ambiente.

O sexto ambiente: lilás

Este ambiente tem lanternas lembrando velas e um chão macio para quem quiser sentar ou deitar.
Um arteterapeuta vestido de lilás recebe as pessoas que entraram neste ambiente ajudando-as a entrar em contato com esta cor, dizendo: “o lilás é a cor da temperança, é a cor do equilíbrio entre a terra e o céu, entre os sentidos e o espírito, entre o amor e a sabedoria. É a cor da transcendência, evoca a evolução pessoal, a busca da totalidade. Vamos fechar os olhos e sentir o lilás dentro de nós, o equilíbrio, a nossa conexão com a totalidade. Sentindo o eixo do nosso corpo, vamos ficar alguns segundos neste estado meditativo.” O arteterapeuta sugere que sintam o lilás, sempre que desejarem entrar em contato com este estado meditativo, com seu eixo, conectando seu interior com a totalidade.
O grupo passa para o próximo ambiente.


O sétimo ambiente: branco

Por fim as pessoas chegam ao ambiente branco que contém um disco de Newton. Um arteterapeuta vestido de branco as recebe com afetividade, explicando que o branco é a união de todas as cores, demonstrando isso girando o disco de Newton. Entrega um CD e papéis coloridos para que elas façam uma mandala das cores levando consigo este símbolo de uma jornada realizada.
Além dessa jornada pelas cores, que ocorreu no hall da empresa, foram realizadas vivências de Biodança e contação de estórias nos jardins. As vivencias enfocaram o trabalho em grupo, o respeito pelo outro, o compartilhar.

CONCLUSÃO

Esta jornada pelas cores e as vivencias realizadas nos jardins, levaram os participantes a experimentar emoções das mais básicas as mais complexas.
Constatamos que esta experiência sensorial despertou nas pessoas a importância de se olhar, de se cuidar, de olhar o outro e compartilhar com o outro e perceber que ele faz parte de um todo que também precisa ser olhado e ser cuidado. Enfim, tomar consciência de si mesmo, do outro e do Cosmos em busca de uma saúde integral.
O depoimento positivo dos participantes e o convite para repetir a experiência na mesma empresa sugere que a arteterapia é um instrumento eficaz para ser empregado também no meio empresarial, refletindo a necessidade e a carência de contato com a subjetividade nesse universo patriarcal de nossa sociedade.

 

LIGIA DINIZ

Psicóloga - CRP 1900-RJ

Arteterapeuta

Membro Fundador da Associação de Arteterapia do Rio de Janeiro

Pós- graduada em Psicologia Junguiana

Membro Trainée do Instituto Junguiano do Rio de Janeiro

Bacharel em Artes Cênicas

Facilitadora de Cursos de Formação em Arteterapia de Base Junguiana no Rio de Janeiro e em Porto Alegre

Facilitadora de Terapia Corporal em Biodança.

 

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